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Cabecera de la serie Aquele povo

Serie editorial

Aquele povo

Serie de 2 libros

RunaTerror
por Tolmarher Autor
4,51 59 votos
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Sobre esta serie

Villallana parece um povo mais da Baixa Alcarria: casas encaladas, partidas de mus, mel, azafrão e uma romaria que todos os anos conduz a Seus habitantes até as ruínas do monte. Mas sob as suas ruas dorme algo muito mais antigo que a igreja, o cemitério e as primeiras pedras aldeia. Quando Lúcia Ferreyra, uma acupunturista argentina, chega com seu marido e seu filho adolescente para se instalar em uma casa herdada, descobre que em Villallana o tempo não avança como deveria. Há pessoas que Eles desaparecem e voltam sem envelhecer, animais que anunciam desgraças e luzes que flutuam sobre o monte sem se comportar como estrelas ou aeronaves. Graças ao seu conhecimento do pulso e dos meridianos do corpo, Lúcia compreende que alguns vizinhos já não conservam fluxo verdadeiramente humano. O vale aprendeu, imitado e devolvido. Enquanto uma antiga presença ligada ao dolmen celtíbero Começa a despertar, a família deve enfrentar uma verdade impossível: Villallana não é apenas um lugar preso no tempo, mas um organismo que se alimenta de lembranças, identidades e novas vidas. Porque curar o vale e libertá-lo não são a mesma coisa. E Aquele povo nunca deixa ir para ninguém.

Tolmarher
Tolmarher Autor
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Libros de esta serie

2 libros

Capa de Aquela casa
Livro 1

Aquela casa

4,5062 votos
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Lucia Ferreyra chega a Villallana com seu marido, Martín, e seu filho Tomás para começar uma nova vida na casa herdada do avô da família. Desde o primeiro dia, o povo parece observá-los. Os vizinhos conhecem muito sobre sua chegada. As urracas repetem vozes humanas. Algumas luzes estranhas aparecem sobre as ruínas do monte e alguém chama de noite do interior de uma casa que deveria estar vazia. Quando Lúcia abre sua consulta de acupuntura, descobre em um de seus pacientes um pulso impossível: não late como o de uma pessoa viva, mas circula sob a pele como uma corrente artificial. Pouco depois, um casamento desaparece no monte e retorna assegurando que nunca se marchou, embora suas memórias e costumes já não se encaixam. Com a ajuda de um antigo guarda civil obcecado com vários casos sem resolver, Lúcia começa a descobrir que Villallana leva décadas engolindo pessoas. Algumas nunca voltam. Outras voltam com o mesmo rosto, a mesma voz e quase todas as suas memórias. Mas não basta reconhecer alguém para saber quem é. Quando aquilo que vive sob o povo aprende a imitar até mesmo seus entes queridos, Lúcia terá que confiar na única linguagem que ainda não sabe mentir: o pulso.

Capa de O Vale não te solta
Livro 2

O Vale não te solta

4,4957 votos
Leitura on-line

Depois de descobrir que sob a casa existe uma entrada aos túneis que percorrem Villallana, Lúcia e sua família compreendem que o povo é formado por diferentes camadas temporais superpostas. Nas galerias encontram pessoas desaparecidas décadas atrás, entre elas um fotógrafo japonês cuja câmera contém imagens de acontecimentos passados, futuros e ainda impossíveis. Suas fotografias revelam que os habitantes de Villallana não só foram substituídos: alguns existem ao mesmo tempo em diferentes épocas. Tomás entabla amizade com Daniel, um homem nascido no povo em 1978 que apenas envelheceu. Lúcia descobre que sob sua pele convivem dois pulsos distintos e que nem sequer ele sabe se continua sendo a pessoa que nasceu. Enquanto isso, Adela, a apicultora e curandeira do povo, começa a mostrar contradições em suas memórias e em sua própria identidade. Sua relação com os desaparecimentos é muito mais antiga do que ninguém imaginava. A chegada da grande romaria desencadeia o caos. As sombras se separam de seus proprietários, os animais fogem do monte e o povo inteiro se prepara, sem saber, para um ritual que leva séculos se repetindo. Lúcia acredita que seu conhecimento dos meridianos pode fechar a ferida aberta sob o vale. No entanto, aquilo que dorme no dolmen não deseja ser curado. Deseja voltar a circular. E quando o ritual começar, a família descobrirá que Villallana não conserva o passado. Ele renova-o.